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Perda do Google seria um baque para o setor científico na China
Mais de três quartos dos cientistas na China usam o site de buscas Google como uma de suas principais ferramentas de pesquisa e disseram que seu trabalho seria muito prejudicado caso a perdessem, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira. O futuro do Google no país é incerto desde sua briga com Pequim, mas cientistas chineses entrevistados pela revista Nature sobre o quanto dependem do Google afirmaram que o serviço é vital para descobrir trabalhos acadêmicos, informações sobre descobertas e pesquisas, e literatura acadêmica.
LG e Nokia prometem realidade aumentada em celulares
A LG e a Nokia, grandes marcas do setor de celulares e dispositivos móveis, devem apresentar ainda neste ano dispositivos que façam uso de realidade aumentada.
Funções de realidade aumentada devem ser incluídas em smartphones da LG ainda neste bimestre, no modelo LU2300, que possui sistema operacional Android. SAs informações são do site Rethink wireless.
Em entrevista para o site The Inquirer, Jo Harlow, vice-presidente de smartphones da Nokia, ressaltou que existem possibilidade de melhorar a experiência com mapas com o uso de realidade aumentada, o que demonstra que a empresa tem interesse em implementar a tecnologia em seu serviço Ovi Maps.
Harlow também ressalta a vantagem de dispositivos móveis possuírem tecnologia 3D, de forma relativamente mais rápida que mídias tradicionais, como os televisores. "Eu acredito que possibilidade de dispositivos móveis possuírem a tecnologia 3D rapidamente é bastante interessante porque em termos de comunidade de desenvolvedores e jogos 3D podem fazer um bom uso dessa experiência diferenciada", ressalta.
Por: Terra
Funções de realidade aumentada devem ser incluídas em smartphones da LG ainda neste bimestre, no modelo LU2300, que possui sistema operacional Android. SAs informações são do site Rethink wireless.
Em entrevista para o site The Inquirer, Jo Harlow, vice-presidente de smartphones da Nokia, ressaltou que existem possibilidade de melhorar a experiência com mapas com o uso de realidade aumentada, o que demonstra que a empresa tem interesse em implementar a tecnologia em seu serviço Ovi Maps.
Harlow também ressalta a vantagem de dispositivos móveis possuírem tecnologia 3D, de forma relativamente mais rápida que mídias tradicionais, como os televisores. "Eu acredito que possibilidade de dispositivos móveis possuírem a tecnologia 3D rapidamente é bastante interessante porque em termos de comunidade de desenvolvedores e jogos 3D podem fazer um bom uso dessa experiência diferenciada", ressalta.
Por: Terra
Videogame portátil da Nintendo, DSi XL, será lançado nos EUA
A Nintendo deve lançar seu mais novo console portátil nos Estados Unidos no final de março, informou a fabricante de videogames japonesa nesta quarta-feira.
O Nintendo DSi XL chegará às prateleiras nos EUA em 28 de março, a US$ 189,99. O aparelho conta com duas telas, maiores que as dos modelos de DS atualmente no mercado. O DSi XL já está disponível no Japão.
A Nintendo, fabricante do popular console Wii, é a maior vendedora de consoles nos EUA. Segundo o centro de estudos do setor NPD, a Nintendo vendeu cerca de 420 mil unidades do DS em janeiro.
Já sua principal concorrente, Sony, vendeu cerca de 100 mil unidades de seu console portátil PSP no mês passado.
Por: Terra
O Nintendo DSi XL chegará às prateleiras nos EUA em 28 de março, a US$ 189,99. O aparelho conta com duas telas, maiores que as dos modelos de DS atualmente no mercado. O DSi XL já está disponível no Japão.
A Nintendo, fabricante do popular console Wii, é a maior vendedora de consoles nos EUA. Segundo o centro de estudos do setor NPD, a Nintendo vendeu cerca de 420 mil unidades do DS em janeiro.
Já sua principal concorrente, Sony, vendeu cerca de 100 mil unidades de seu console portátil PSP no mês passado.
Por: Terra
Jogador de videogame pagará US$ 1,3 milhão à Nintendo por download ilegal
Ele colocou 'New super Mario Bros.' na web seis dias antes do lançamento.
Título vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.

O gamer australiano James Burt, de 24 anos, terá pagar cerca de US$ 1,3 milhão à Nintendo por ter disponibilizado ilegalmente na internet um jogo seis dias antes do seu lançamento. A empresa afirmou nesta terça-feira (9) que venceu a ação contra o homem que pirateou “New super Mario Bros. Wii” no dia 6 de novembro passado.
De acordo com a Nintendo, o valor que será pago pelo jogador compensará as perdas que a empresa teve ao ver as vendas do game prejudicadas pela ação de pirataria. “Usamos uma tecnologia sofisticada que permitiu rastrearmos o homem, que colocou a primeira cópia de ‘New super Mario Bros. Wii’ na internet”.
Burt adquiriu uma cópia do jogo, um dos maiores sucessos de 2009 no console Wii, quando uma loja acidentalmente colocou o título em suas prateleiras antes do lançamento. O jovem, então, disponibilizou o game na internet e, rapidamente, milhares de pessoas fizeram o download ilegal. “Não foi um problema apenas na Austrália, foi um problema global”, disse Rose Lappin, diretora da Nintendo Australia. “Houve milhares e milhares de downloads ilegais e isso causou prejuízos à Nintendo e à indústria. Quando o game é colocado na internet, todo o mundo o tem”.
Lançado em novembro de 2009, “New super Mario Bros. Wii” vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.
Por: G1
Título vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.

O gamer australiano James Burt, de 24 anos, terá pagar cerca de US$ 1,3 milhão à Nintendo por ter disponibilizado ilegalmente na internet um jogo seis dias antes do seu lançamento. A empresa afirmou nesta terça-feira (9) que venceu a ação contra o homem que pirateou “New super Mario Bros. Wii” no dia 6 de novembro passado.
De acordo com a Nintendo, o valor que será pago pelo jogador compensará as perdas que a empresa teve ao ver as vendas do game prejudicadas pela ação de pirataria. “Usamos uma tecnologia sofisticada que permitiu rastrearmos o homem, que colocou a primeira cópia de ‘New super Mario Bros. Wii’ na internet”.
Burt adquiriu uma cópia do jogo, um dos maiores sucessos de 2009 no console Wii, quando uma loja acidentalmente colocou o título em suas prateleiras antes do lançamento. O jovem, então, disponibilizou o game na internet e, rapidamente, milhares de pessoas fizeram o download ilegal. “Não foi um problema apenas na Austrália, foi um problema global”, disse Rose Lappin, diretora da Nintendo Australia. “Houve milhares e milhares de downloads ilegais e isso causou prejuízos à Nintendo e à indústria. Quando o game é colocado na internet, todo o mundo o tem”.
Lançado em novembro de 2009, “New super Mario Bros. Wii” vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.
Por: G1
Para fabricantes, Android tem vantagens e desvantagens
A indústria de telefonia móvel surgiu das sombras da Apple e de seu popularíssimo iPhone este ano, mas a plataforma de software livre do Google que ajudou isso a acontecer apresenta vantagens e desvantagens.
Enquanto o Mobile World Congress girou em torno de imitações do iPhone nos últimos dois anos, este ano a novidade mais comentada do evento do setor móvel em Barcelona foi o Android.
O sistema operacional para celulares do Google já ajudou a recuperar as perspectivas da Motorola, que surpreendeu com um novo aparelho de sucesso, Droid, no trimestre passado. O Android também foi a plataforma escolhida por outra fabricante de celular em dificuldades, a Sony Ericsson.
Mas isso também baixou as barreiras para outros que quiserem entrar neste competitivo mercado, fortalecendo as ambições de fabricantes de PC, incluindo Hewlett-Packard e Acer, que ensaia sua entrada no setor móvel.
Mais de uma dúzia de aparelhos com o Android foram anunciados nesta semana por diversas fabricantes, incluindo dois modelos da taiwanesa HTC, que também é parceira da Microsoft --pouco mais de um ano após o lançamento do sistema operacional.
O Android está rapidamente ganhando espaço no mercado dominado pelo Sybian, da Nokia, e a versão móvel do Windows, da Microsfot, chegando aos 5 por cento de participação.
"Ele é ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça", disse o chefe do setor móvel da fabricante de chips Broadcom, Scott Bibaud, à Reuters.
Para ele, o Android ajudou a reduzir a fragmentação nos sistemas operacionais móveis --"acho que a palavra livre tem alguma coisa a ver com isso"-- mas também eliminou uma das principais formas de diferenciação entre as fabricantes de celular.
"Um telefone hoje está virando cada vez mais só um retângulo preto", disse.
O grupo de estudos do setor de tecnologia do Bank of America Merrill Lynch publicou um relatório recentemente em que diz: "O Android equiparou o mercado de smartphones ao de PCs. Ele transferiu o valor da produção de hardware para softwares e aplicativos".
Por: G1
Enquanto o Mobile World Congress girou em torno de imitações do iPhone nos últimos dois anos, este ano a novidade mais comentada do evento do setor móvel em Barcelona foi o Android.
O sistema operacional para celulares do Google já ajudou a recuperar as perspectivas da Motorola, que surpreendeu com um novo aparelho de sucesso, Droid, no trimestre passado. O Android também foi a plataforma escolhida por outra fabricante de celular em dificuldades, a Sony Ericsson.
Mas isso também baixou as barreiras para outros que quiserem entrar neste competitivo mercado, fortalecendo as ambições de fabricantes de PC, incluindo Hewlett-Packard e Acer, que ensaia sua entrada no setor móvel.
Mais de uma dúzia de aparelhos com o Android foram anunciados nesta semana por diversas fabricantes, incluindo dois modelos da taiwanesa HTC, que também é parceira da Microsoft --pouco mais de um ano após o lançamento do sistema operacional.
O Android está rapidamente ganhando espaço no mercado dominado pelo Sybian, da Nokia, e a versão móvel do Windows, da Microsfot, chegando aos 5 por cento de participação.
"Ele é ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça", disse o chefe do setor móvel da fabricante de chips Broadcom, Scott Bibaud, à Reuters.
Para ele, o Android ajudou a reduzir a fragmentação nos sistemas operacionais móveis --"acho que a palavra livre tem alguma coisa a ver com isso"-- mas também eliminou uma das principais formas de diferenciação entre as fabricantes de celular.
"Um telefone hoje está virando cada vez mais só um retângulo preto", disse.
O grupo de estudos do setor de tecnologia do Bank of America Merrill Lynch publicou um relatório recentemente em que diz: "O Android equiparou o mercado de smartphones ao de PCs. Ele transferiu o valor da produção de hardware para softwares e aplicativos".
Por: G1
BBC transmitirá jogos da Copa de 2010 pelo iPhone

A rede BBC lançará um aplicativo para iPhone que terá notícias e partidas ao vivo da Copa que acontecerá neste ano na África do Sul. Este foi mais um dos anúnciosa feitos durante o Mobile Word Congress que acabou teve seu encerramento ontem.
Quem tiver um iPhone, e não tiver oportunidade de assistir ao jogos de um televisor poderá acompanhar todos os jogos ao vivo pelo aparelho.
Segundo o anúncio da BBC, o aplicativo gratuito estrá disponível na App Store em maio e irá oferecer aos usuários: notícias sobre o evento, a transmissão vivo de jogos ou acompanhar os gols de sua seleção preferida.
Além disso, a empresa anúnciou que para 2010 também pretende oferecer conteúdos sobre o campeonato da Fórmula 1 e sobre a temporada 2010/2011 do campeonato inglês de futebol.
Por: Mobilepedia
Google e Apple exercem pressão sobre o mundo da telefonia móvel
Na feira de telefonia móvel que acontece em Barcelona na próxima semana será possível encontrar um programa de software que mede a que altura se pode jogar um smartphone Nokia, o que é uma boa metáfora sobre o esforço da empresa de elevar seu jogo.
Mas a gravidade talvez não favoreça a maior fabricante mundial de celulares, à medida que o foco do setor, que movimenta 169 bilhões de dólares anuais, é transferida ao software e serviços, tendência que beneficia concorrentes ágeis como Apple, fabricante do iPhone, e Google.
Pela primeira vez, a Nokia optou por não participar do Mobile World Congress, este ano, assim como a Apple, que rejeita as convenções setoriais em troca de eventos próprios, cuidadosamente coreografados.
A Nokia será a anfitriã de algumas reuniões em local próximo ao evento, mas ao que se sabe não tem qualquer lançamento novo planejado.
Ao mesmo tempo, a feira está repleta de novos celulares equipados com a plataforma Android, do Google.
Os outros grandes nomes do setor, Microsoft, Samsung e Sony Ericsson, também vêm enfrentando dificuldade diante do ritmo imposto por Apple e Google, desde que o iPhone conquistou o mundo, em 2007.
A Nokia parece ser uma das empresas mais bem posicionadas para enfrentar a situação, graças ao seu sistema operacional próprio, ao investimento em serviços e aos grandes benefícios que a escala de sua produção oferece, mas a Apple já lucra mais que a Nokia com seus celulares.
Tentando reproduzir o sucesso da Apple na venda de softwares para celulares em sua App Store, Nokia, Microsoft e outros abriram lojas online, mas sem encontrar muito sucesso.
"Todo mundo está enfrentando problemas. Existe muito exagero na divulgação mas não muito dinheiro," disse Dana Porter, vice-presidente de estratégia na Amdocs, uma produtora de software para cobrança de contas telefônicas e gestão de clientes.
Por:G1
Mas a gravidade talvez não favoreça a maior fabricante mundial de celulares, à medida que o foco do setor, que movimenta 169 bilhões de dólares anuais, é transferida ao software e serviços, tendência que beneficia concorrentes ágeis como Apple, fabricante do iPhone, e Google.
Pela primeira vez, a Nokia optou por não participar do Mobile World Congress, este ano, assim como a Apple, que rejeita as convenções setoriais em troca de eventos próprios, cuidadosamente coreografados.
A Nokia será a anfitriã de algumas reuniões em local próximo ao evento, mas ao que se sabe não tem qualquer lançamento novo planejado.
Ao mesmo tempo, a feira está repleta de novos celulares equipados com a plataforma Android, do Google.
Os outros grandes nomes do setor, Microsoft, Samsung e Sony Ericsson, também vêm enfrentando dificuldade diante do ritmo imposto por Apple e Google, desde que o iPhone conquistou o mundo, em 2007.
A Nokia parece ser uma das empresas mais bem posicionadas para enfrentar a situação, graças ao seu sistema operacional próprio, ao investimento em serviços e aos grandes benefícios que a escala de sua produção oferece, mas a Apple já lucra mais que a Nokia com seus celulares.
Tentando reproduzir o sucesso da Apple na venda de softwares para celulares em sua App Store, Nokia, Microsoft e outros abriram lojas online, mas sem encontrar muito sucesso.
"Todo mundo está enfrentando problemas. Existe muito exagero na divulgação mas não muito dinheiro," disse Dana Porter, vice-presidente de estratégia na Amdocs, uma produtora de software para cobrança de contas telefônicas e gestão de clientes.
Por:G1
Devour: novo smartphone com Android chega em março nos EUA

A Motorola começa a vender em março nos Estados Unidos mais um smartphone com sistema operacional Android, o Devour. O modelo conta com tela sensível ao toque e teclado QWERTY integrado, além da plataforma Blur, que integra várias redes sociais em um único aplicativo no celular.
O Devour, com Android 1.6, será vendido pela operadora Verizon Wireless, que ainda usa a tecnologia CDMA para redes de celular. Entretanto, a própria Motorola já vende, nos EUA e no Brasil, o Droid/Milestone, com a versão 2.0 do sistema, mais avançada.
O smartphone vem com câmera de 3 megapixels, tela de 3,1 polegadas (resolução de 320 x 480 pontos), acesso aos aplicativos do Google e do Android Market, GPS, Wi-Fi e Bluetooth, além de conexão USB 2.0 para recarga da bateria e conexão ao computador.
O serviço MotoBlur integra redes sociais ao Devour, com widgets na tela principal do aparelho que dão acesso a e-mails, Facebook e Twitter, unificando agendas, mensagens e contatos. Em caso de perda ou roubo do aparelho, é possível apagar os dados à distância usando os recursos do MotoBlur. O preço do aparelho não foi divulgado.
Por: Zumo Notícias
Google pretende produzir um "intérprete universal"
A Google confirmou nessa segunda-feira suas intenções de produzir uma tecnologia que possibilite a interpretação em tempo real – ou seja, a tradução de uma narração em um idioma para texto escrito ou falado em outro idioma. A intenção da empresa é integrar o reconhecimento de voz ao serviço de tradução Google Translate, que já permite a tradução entre 52 idiomas, incluindo aqueles que utilizam alfabetos não-latinos, como o mandarim e o bengali.
Em entrevista ao site Times Online, Franz Och, diretor dos serviços de tradução da Google, afirmou que o serviço deverá estar disponível “nos próximos anos”. O objetivo principal do desenvolvimento de um intérprete como este, destaca o site PC World, é permitir que os usuários se comuniquem de forma fácil em outros idiomas com o auxílio de um smartphone, que funcionaria como um serviço de “interpretação simultânea” desde que tenha um software instalado.
Segundo o site Read Write Web, o software seria capaz de aprender sotaques, dialetos e até mesmo o modo particular como cada pessoa fala, tornando-se mais preciso com o uso e de acordo com o contexto dos usuários. “Quanto mais informações fornecermos, melhor será a qualidade”, pontuou Och. E pelo visto não vai faltar ajuda qualificada. “Existem muitos entusiastas do idioma por aí”.
Por: Geek
Em entrevista ao site Times Online, Franz Och, diretor dos serviços de tradução da Google, afirmou que o serviço deverá estar disponível “nos próximos anos”. O objetivo principal do desenvolvimento de um intérprete como este, destaca o site PC World, é permitir que os usuários se comuniquem de forma fácil em outros idiomas com o auxílio de um smartphone, que funcionaria como um serviço de “interpretação simultânea” desde que tenha um software instalado.
Segundo o site Read Write Web, o software seria capaz de aprender sotaques, dialetos e até mesmo o modo particular como cada pessoa fala, tornando-se mais preciso com o uso e de acordo com o contexto dos usuários. “Quanto mais informações fornecermos, melhor será a qualidade”, pontuou Och. E pelo visto não vai faltar ajuda qualificada. “Existem muitos entusiastas do idioma por aí”.
Por: Geek
Google x Apple x Adobe x Microsoft: é o HTML
A guerra sendo travada no Vale do Silício, neste momento, é complexa. E boa parte dela envolve as novas especificações da linguagem sobre a qual a web é escrita: HTML, versão 5.
Apple e Google, que há um ano pareciam inseparáveis, se distanciam cada vez mais na disputa aberta pelo território da internet móvel. Mas o HTML 5 ainda os une. Trata-se de um padrão aberto, uma sugestão a ser adotada por todos os browsers, programas que servem à navegação na rede. HTML 5 tem por responsáveis dois engenheiros, um da Apple, outro do Google.
A nova versão da linguagem HTML tem dois objetivos. O primeiro é resolver a questão do vídeo. Browsers com o novo padrão não precisarão de um plugin para passar filmes.
O segundo é permitir a criação de aplicativos de web. HTML 5 possibilita desde o simples arrastar de itens numa janela de e-mail (já implementado no Gmail) até a gravar conteúdo fora da web, no disco local. Há quem sonhe, a partir daí, com o fim dos sistemas operacionais. Toda nossa vida computacional se daria numa janela de browser.
Talvez seja um sonho distante. Mais próximo, embora um bocado difícil, é o fim de plugins e outros elementos que completam a funcionalidade dos browsers, notadamente a linguagem java e o infame Flash, da Adobe.
Mas há um problema, aí.
Enquanto Apple e Google, os ex-parceiros, se digladiam pelos aparelhos móveis, enquanto Facebook e Twitter se encaram na disputa pelas redes sociais, enquanto os poderes no Vale do Silício buscam novo equilíbrio, um velho jogador observa. É a Microsoft.
Os outros gostariam de decidir sozinhos o futuro da internet mas a empresa de Bill Gates tem um trunfo e tanto nas mãos. Eles não inovam há muitos anos, mas o Internet Explorer (IE) ainda é o browser mais utilizado da rede.
Ou seja: a não ser que o IE carregue todas as funcionalidades previstas no HTML5, uns 60% dos usuários da rede passarão ao largo delas.
A Microsoft tem poder mas não o controle. Segundo a empresa Net Applications, a última versão do Explorer, 8, é utilizada por 22,4% dos usuários. O velho IE 6 ainda está nas máquinas de 20% dos navegantes. Para o desespero da Microsoft, este grupo garante seu domínio da rede mas passa ao largo de qualquer novidade tecnológica que tenha ocorrido na última década.
Mesmo que a Microsoft abrace a tecnologia, não quer dizer que os usuários verão mudanças. Oficialmente, a equipe do Explorer diz que apoia o padrão HTML 5. Dizem até que concordam com a necessidade de trazer vídeo para o browser, eliminando plugins.
Mas há um problema aí. O principal concorrente do Adobe Flash, responsável por boa parte da multimídia na web, é um produto Microsoft chamado Silverlight. Eles gostariam de se aproveitar do fato de que o Flash é lento para garantir o controle da web, assumindo então seu lugar.
O compromisso da Microsoft com um padrão aberto, portanto, é apenas parcial. E, sem a Microsoft, HTML 5 não terá muito futuro.
Para a Apple, HTML 5 representaria livrar-se da Adobe. O Flash no Macintosh é ruim demais e às vezes a experiência da web no Windows fica melhor por conta.
Para o Google, HTML 5 quer dizer uma chance de levar a web para celulares e tablets, incluindo aplicativos e padrões abertos. É sua chance de dominar o mercado.
E a Microsoft, o que ganha?
Uma das disputas mais animadas do Vale se decide nesta resposta. A Adobe torce para que sua rival não queira nada com isso.
Por: Estadão
Apple e Google, que há um ano pareciam inseparáveis, se distanciam cada vez mais na disputa aberta pelo território da internet móvel. Mas o HTML 5 ainda os une. Trata-se de um padrão aberto, uma sugestão a ser adotada por todos os browsers, programas que servem à navegação na rede. HTML 5 tem por responsáveis dois engenheiros, um da Apple, outro do Google.
A nova versão da linguagem HTML tem dois objetivos. O primeiro é resolver a questão do vídeo. Browsers com o novo padrão não precisarão de um plugin para passar filmes.
O segundo é permitir a criação de aplicativos de web. HTML 5 possibilita desde o simples arrastar de itens numa janela de e-mail (já implementado no Gmail) até a gravar conteúdo fora da web, no disco local. Há quem sonhe, a partir daí, com o fim dos sistemas operacionais. Toda nossa vida computacional se daria numa janela de browser.
Talvez seja um sonho distante. Mais próximo, embora um bocado difícil, é o fim de plugins e outros elementos que completam a funcionalidade dos browsers, notadamente a linguagem java e o infame Flash, da Adobe.
Mas há um problema, aí.
Enquanto Apple e Google, os ex-parceiros, se digladiam pelos aparelhos móveis, enquanto Facebook e Twitter se encaram na disputa pelas redes sociais, enquanto os poderes no Vale do Silício buscam novo equilíbrio, um velho jogador observa. É a Microsoft.
Os outros gostariam de decidir sozinhos o futuro da internet mas a empresa de Bill Gates tem um trunfo e tanto nas mãos. Eles não inovam há muitos anos, mas o Internet Explorer (IE) ainda é o browser mais utilizado da rede.
Ou seja: a não ser que o IE carregue todas as funcionalidades previstas no HTML5, uns 60% dos usuários da rede passarão ao largo delas.
A Microsoft tem poder mas não o controle. Segundo a empresa Net Applications, a última versão do Explorer, 8, é utilizada por 22,4% dos usuários. O velho IE 6 ainda está nas máquinas de 20% dos navegantes. Para o desespero da Microsoft, este grupo garante seu domínio da rede mas passa ao largo de qualquer novidade tecnológica que tenha ocorrido na última década.
Mesmo que a Microsoft abrace a tecnologia, não quer dizer que os usuários verão mudanças. Oficialmente, a equipe do Explorer diz que apoia o padrão HTML 5. Dizem até que concordam com a necessidade de trazer vídeo para o browser, eliminando plugins.
Mas há um problema aí. O principal concorrente do Adobe Flash, responsável por boa parte da multimídia na web, é um produto Microsoft chamado Silverlight. Eles gostariam de se aproveitar do fato de que o Flash é lento para garantir o controle da web, assumindo então seu lugar.
O compromisso da Microsoft com um padrão aberto, portanto, é apenas parcial. E, sem a Microsoft, HTML 5 não terá muito futuro.
Para a Apple, HTML 5 representaria livrar-se da Adobe. O Flash no Macintosh é ruim demais e às vezes a experiência da web no Windows fica melhor por conta.
Para o Google, HTML 5 quer dizer uma chance de levar a web para celulares e tablets, incluindo aplicativos e padrões abertos. É sua chance de dominar o mercado.
E a Microsoft, o que ganha?
Uma das disputas mais animadas do Vale se decide nesta resposta. A Adobe torce para que sua rival não queira nada com isso.
Por: Estadão
BenQ lança monitor "mais fino do mundo" om 14 mm
Uma nova linha de monitores para PC anunciada pela BenQ hoje promete ser a mais fina do mundo, com espessura entre 14 mm e 15 mm, dependendo do modelo. As telas serão lançadas inicialmente em Taiwan a partir deste mês.
A série V de monitores inclui nove modelos com iluminação LED, com tamanhos de tela entre 18,5 e 24 polegadas. A espessura de 14 mm faz parte apenas dos modelos de 18,5″ (V920/V920P), com 15 mm para os demais (21,5, 23 e 24″).
As especificações técnicas dos monitores incluem alta taxa de contraste (10.000.000:1), saída HDMI 1.3 e DVI/D-sub, plug para fones de ouvido e menor consumo de energia, além da tecnologia Senseye Human Vision, que a BenQ diz ajudar a melhorar a qualidade das imagens dependendo do aplicativo em uso, como jogos, filmes ou fotos.
Os primeiros modelos a serem lançados serão os de 18,5, 21,5 e 24 polegadas, com o de 24″ previsto para junho apenas. Os preços dos monitores não foram informados pela fabricante.
Por: Terra
A série V de monitores inclui nove modelos com iluminação LED, com tamanhos de tela entre 18,5 e 24 polegadas. A espessura de 14 mm faz parte apenas dos modelos de 18,5″ (V920/V920P), com 15 mm para os demais (21,5, 23 e 24″).

As especificações técnicas dos monitores incluem alta taxa de contraste (10.000.000:1), saída HDMI 1.3 e DVI/D-sub, plug para fones de ouvido e menor consumo de energia, além da tecnologia Senseye Human Vision, que a BenQ diz ajudar a melhorar a qualidade das imagens dependendo do aplicativo em uso, como jogos, filmes ou fotos.
Os primeiros modelos a serem lançados serão os de 18,5, 21,5 e 24 polegadas, com o de 24″ previsto para junho apenas. Os preços dos monitores não foram informados pela fabricante.
Por: Terra
Windows 7 reduz vida útil e pode danificar baterias de notes
Apesar das inúmeras vantagens trazidas aos usuários do sistema operacional da Microsoft, o Windows 7 aparentemente não economiza no uso de energia, consumindo rapidamente a bateria de notebooks e, segundo alguns usuários, pode chegar a danificá-las.
O problema, relatado em fórum oficial da Microsoft há meses, ainda não foi resolvido e, segundo o site ComputerWorld, a empresa afirma que está "investigando as causas do problema", devido ao elevado número de reclamações.
Em primeira análise, a Microsoft afirma que o problema está na ferramenta que fornece informações sobre a bateria, fazendo com que o Windows desligue automaticamete mesmo que ainda haja bastante carga. Entretanto, alguns usuários relatam que o sistema operacional teria efetivamente danificado baterias de notebooks, que passam a ter uma menor vida útil inclusive ao serem utilizadas com outros sistemas operacionais ¿ não seria portanto apenas um "engano" do Windows 7 mas um defeito real e que causa prejuízos.
Em comunicado ao site Ars Technica, um porta-voz da Microsoft explicou que a empresa está "investigando a questão em conjunto com seus parceiros de hardware". "Nós iremos atualizá-los com informações e maiores explicações assim que estas estiverem disponíveis", disse o porta-voz.
Até o momento, contudo, as explicações não foram dadas.
Por: Terra
O problema, relatado em fórum oficial da Microsoft há meses, ainda não foi resolvido e, segundo o site ComputerWorld, a empresa afirma que está "investigando as causas do problema", devido ao elevado número de reclamações.
Em primeira análise, a Microsoft afirma que o problema está na ferramenta que fornece informações sobre a bateria, fazendo com que o Windows desligue automaticamete mesmo que ainda haja bastante carga. Entretanto, alguns usuários relatam que o sistema operacional teria efetivamente danificado baterias de notebooks, que passam a ter uma menor vida útil inclusive ao serem utilizadas com outros sistemas operacionais ¿ não seria portanto apenas um "engano" do Windows 7 mas um defeito real e que causa prejuízos.
Em comunicado ao site Ars Technica, um porta-voz da Microsoft explicou que a empresa está "investigando a questão em conjunto com seus parceiros de hardware". "Nós iremos atualizá-los com informações e maiores explicações assim que estas estiverem disponíveis", disse o porta-voz.
Até o momento, contudo, as explicações não foram dadas.
Por: Terra
Sony quer concorrer com tablet da Apple
A fabricante de eletrônicos Sony afirmou nesta quinta-feira (4/2) que está preparando um concorrente para o tablet apresentado recentemente pela Apple, o iPad. “Esse é um mercado que nos interessa muito. Estamos confiantes de que somos capazes de criar um produto”, afirmou o diretor financeiro da Sony, Nobuyuki Oneda.
Ele, no entanto, não informou detalhes sobre o planejamento do produto. “Em termos de tempo, estamos um pouco atrás do iPad, mas trata-se de um setor do qual gostaríamos de participar”, afirmou Oneda.
Em outubro, a companhia já havia afirmado que pretende lançar produtos móveis desenvolvidos em torno de serviços baseados em rede. Os dispositivos serão conectados ao novo serviço online da Sony, uma loja virtual que oferece músicas, filmes, jogos e livros digitais para uma série de produtos da empresa, incluindo TVs Bravia, PCs Vaio, a linha Walkman e leitores digitais.
Ele, no entanto, não informou detalhes sobre o planejamento do produto. “Em termos de tempo, estamos um pouco atrás do iPad, mas trata-se de um setor do qual gostaríamos de participar”, afirmou Oneda.
Em outubro, a companhia já havia afirmado que pretende lançar produtos móveis desenvolvidos em torno de serviços baseados em rede. Os dispositivos serão conectados ao novo serviço online da Sony, uma loja virtual que oferece músicas, filmes, jogos e livros digitais para uma série de produtos da empresa, incluindo TVs Bravia, PCs Vaio, a linha Walkman e leitores digitais.
Samsung quer triplicar venda de smartphones em 2010
Expectativa da companhia é vender 18 milhões de unidades este ano.
Atualmente empresa tem só 3% do mercado de aparelhos inteligentes.
A Samsung Electronics, da Coreia do Sul, anunciou nesta quinta-feira (4) que pretende triplicar suas vendas de smartphones este ano, para mais de 18 milhões de unidades, como parte dos esforços da segunda maior fabricante mundial de celulares para deixar sua marca no mesmo patamar de Nokia, iPhone e Blackberry.

Reforçar a linha de celulares inteligentes é um grande desafio que a Samsung e sua rival e compatriota LG Electronics precisam enfrentar este ano. Juntas, as empresas respondem por mais de 30% do mercado mundial de celulares, mas suas participações no segmento de smartphones são muito inferiores.
“Haverá uma grande mudança na estratégia de celulares inteligentes este ano”, disse Shin Jong-kyun, diretor da divisão móvel da Samsung, a jornalistas.
“Planejamos reforçar nosso negócio de smartphones este ano, não só pela melhora das ofertas de hardware, mas também com melhor conteúdo, aplicativos e serviços”, completou.
A Samsung tem apenas 3% do mercado de smartphones e vendeu 6 milhões desses aparelhos no ano passado sob marcas como Omnia e Galaxy.
A empresa quer triplicar esse número para 18 milhões de unidades, ajudando a elevar seu preço geral de venda de seu catálogo de celulares.
Por: G1
Atualmente empresa tem só 3% do mercado de aparelhos inteligentes.
A Samsung Electronics, da Coreia do Sul, anunciou nesta quinta-feira (4) que pretende triplicar suas vendas de smartphones este ano, para mais de 18 milhões de unidades, como parte dos esforços da segunda maior fabricante mundial de celulares para deixar sua marca no mesmo patamar de Nokia, iPhone e Blackberry.

Reforçar a linha de celulares inteligentes é um grande desafio que a Samsung e sua rival e compatriota LG Electronics precisam enfrentar este ano. Juntas, as empresas respondem por mais de 30% do mercado mundial de celulares, mas suas participações no segmento de smartphones são muito inferiores.
“Haverá uma grande mudança na estratégia de celulares inteligentes este ano”, disse Shin Jong-kyun, diretor da divisão móvel da Samsung, a jornalistas.
“Planejamos reforçar nosso negócio de smartphones este ano, não só pela melhora das ofertas de hardware, mas também com melhor conteúdo, aplicativos e serviços”, completou.
A Samsung tem apenas 3% do mercado de smartphones e vendeu 6 milhões desses aparelhos no ano passado sob marcas como Omnia e Galaxy.
A empresa quer triplicar esse número para 18 milhões de unidades, ajudando a elevar seu preço geral de venda de seu catálogo de celulares.
Por: G1
Tablets para todos: quem são os concorrentes do iPad?

O conceito do PC prancheta não é novo: desde 2003, fabricantes de computadores, mais notadamente a HP, incentivados pela Microsoft, vendem tablets rodando Windows em todo o mundo. Até então, eram modelos com teclado integrado e tela sensível ao toque, manipulada com a ajuda de uma caneta, e com poder completo de computação, como um notebook qualquer.
Em 2007, o Amazon Kindle criou um novo mercado - o de livros eletrônicos -, que agora se consolida com um novo híbrido de smartphone, notebook e e-reader: o Apple iPad. Selecionamos alguns desses modelos que, dependendo da função, concorrem com o novo gadget anunciado por Steve Jobs na última quarta-feira.
Lenovo U1 Hybrid: aberto, parece um portátil convencional, que roda Windows. Remova a tela da base e a prancheta, rodando uma variante de Linux desenvolvida pela fabricante, aceita comandos por toque, permitindo acesso à internet e uso de aplicativos online. Foco principal: notebook.
LG GW990: Mostrado na CES 2010 durante a apresentação de Paul Otellini, CEO da Intel, o GW990 é um celular 3G com tela de 4,8 polegadas que usa a plataforma Moorestown, da Intel, incluindo um processador Atom que roda o sistema operacional Moblin, baseado em Linux. Seu preço não foi divulgado, mas o aparelho deve chegar ao mercado no segundo semestre. Foco principal: smartphone com poder de PC.
Dell Mini 5: Com sistema operacional Android, o novo modelo da Dell não tem nome ainda. Apareceu de surpresa na coletiva de imprensa da Dell durante a CES e teve fotos oficiais divulgadas na sequência. Tem tela de 5 polegadas e um discador, mas a Dell não confirma se é mesmo um telefone - nem sua data de lançamento. Michael Dell mostrou um a jornalistas em Davos, no Fórum Econômico Mundial. Foco principal: smartphone com poder de PC.
HP "Slate": Sem nome oficial ("slate" é a denominação para um tablet sem teclado), tem tela multitoque e roda Windows 7. Foi apresentado por Steve Ballmer, CEO da Microsoft, também durante a CES, e a HP informou em um vídeo publicado no YouTube que o lançamento será em 2010 ainda. Foco principal: notebook.
Alex Reader: combina duas telas - uma de papel eletrônico e um LCD convencional - em um equipamento que, além de mostrar o conteúdo de livros digitais, consegue navegar na internet por conta do sistema operacional Android, do Google. Foco principal: e-reader.
Barnes & Noble Nook: O e-reader da Barnes & Noble segue o padrão Kindle de conectividade 3G, conta também com Wi-Fi e vem com uma tela adicional para digitação de dados e navegação entre os livros baixados. Foco principal: e-reader.
Plastic Logic QUE proReader: é o leitor de e-books com tela maior que a do iPad, com 10,7 polegadas. Tem versões com 4 ou 8 GB de armazenamento, um teclado virtual e parceria com a Barnes & Noble para loja de livros. Começa a ser vendido em abril. Foco principal: e-reader.
Por: Terra
Hackers americanos são os mais temidos da internet
Hackers americanos são a fonte mais segura de ciberataques, segundo pesquisa da empresa de segurança virtual McAfee, batendo China e Rússia, antes considerados os grandes favoritos ao título.
A McAfee conduziu um estudo que pedia a cerca de 600 profissionais da área de TI e segurança de vários países para discutir, avaliar e ranquear suas maiores preocupações em relação à segurança na internet. A maioria dos resultados foi óbvia, exceto pela descoberta de que os hackers americanos são os mais temidos.
Com o recente problema entre a Google e o governo chinês, não é surpresa que quase 75% das respostas acreditam que a China possa estar envolvida em ciberataques contra seus países. Entretanto, EUA e Rússia vêm em seguida, empatados em 60% cada. O governo inglês aparece na terceira posição, com apenas aproximadamente 50% dos entrevistados acreditando em sua participação em crimes virtuais.
Porém, a descoberta mais interessante do estudo é que são os EUA, e não a China ou a Rússia, os mais temidos da internet. A maioria dos países ocidentais declarou que os americanos são a maior fonte de preocupação em relação a ataques virtuais, com 36% dos votos.
Os EUA bateram a "favorita" China por 3 pontos percentuais e a Rússia por impressionantes 24 pontos percentuais, como conta o site The Inquirer.
É importante lembrar que as pesquisas promovidas por empresas de segurança sempre tendem a revelar que a situação é muito perigosa e tende a piorar. Resta avaliar se o problema não é na qualidade dos produtos oferecidos por tais empresas.
Por: Terra
A McAfee conduziu um estudo que pedia a cerca de 600 profissionais da área de TI e segurança de vários países para discutir, avaliar e ranquear suas maiores preocupações em relação à segurança na internet. A maioria dos resultados foi óbvia, exceto pela descoberta de que os hackers americanos são os mais temidos.
Com o recente problema entre a Google e o governo chinês, não é surpresa que quase 75% das respostas acreditam que a China possa estar envolvida em ciberataques contra seus países. Entretanto, EUA e Rússia vêm em seguida, empatados em 60% cada. O governo inglês aparece na terceira posição, com apenas aproximadamente 50% dos entrevistados acreditando em sua participação em crimes virtuais.
Porém, a descoberta mais interessante do estudo é que são os EUA, e não a China ou a Rússia, os mais temidos da internet. A maioria dos países ocidentais declarou que os americanos são a maior fonte de preocupação em relação a ataques virtuais, com 36% dos votos.
Os EUA bateram a "favorita" China por 3 pontos percentuais e a Rússia por impressionantes 24 pontos percentuais, como conta o site The Inquirer.
É importante lembrar que as pesquisas promovidas por empresas de segurança sempre tendem a revelar que a situação é muito perigosa e tende a piorar. Resta avaliar se o problema não é na qualidade dos produtos oferecidos por tais empresas.
Por: Terra
"Adobe é uma carroça", diz Jobs sobre ausência no iPad
Depois de todo grande anúncio público, Steve Jobs, o principal executivo da Apple, frequentemente tira um ou dois dias para responder a perguntas dos empregados na sede da empresa, na Califórnia, Estados Unidos. O ritual não é dos mais cômodos - para os concorrentes. Desta vez dois temas foram recorrentes: Google e Adobe.
No início de janeiro, o mais importante serviço de buscas da internet lançou seu primeiro celular - Nexus One - enquanto Jobs, no mesmo dia, anunciava que o iTunes havia chegado a três bilhões de aplicativos vendidos. Na ocasião, Jobs afirmou não ver "nenhum sinal de competição em breve". Na semana passada, após o lançamento do iPad, a ausência de suporte ao Adobe Flash - que também não está presente no iPhone, três anos depois do lançamento - foi motivo de críticas diante da possibilidade de que os compradores do aparelho não possam rodar vídeos no YouTube, o site mais popular do gênero no mundo.
acordo com a revista Wired, Jobs aproveitou uma audiência de funcionários - a imprensa não acompanhou o evento - para comentar os dois temas.
Sobre o Google: "Nós não entramos no negócio de buscas, eles entraram no de telefones. Não há dúvida de que querem matar o iPhone. Não vamos deixar". E depois, interrompendo um funcionário que perguntava sobre outro assunto, voltou ao tema. "Esse mantra Don´t be evil (Não seja mau). É bobagem" (outra versão, segundo a Wired, é de que ele disse na verdade ser um "monte de m."). A audiência rugiu de satisfação.
E sobre a Adobe?
"Eles são preguiçosos", Jobs respondeu. "Eles têm todo esse potencial de fazer coisas interessantes, mas simplesmente se recusam. Eles não fazem nada com a abordagem que a Apple está fazendo. A Apple não usa Adobe porque é uma carroça. Quando o Mac trava frequentemente é por causa do Flash. Ninguém vai usar Flash. O mundo está se movendo para o HMTL5".
O mundo, é claro, inclui o Google, que anunciou estar testando o HMTL5 no YouTube, o que pode, no futuro, tornar inútil a polêmica sobre o Flaxh x Ipad.
Por: Terra
No início de janeiro, o mais importante serviço de buscas da internet lançou seu primeiro celular - Nexus One - enquanto Jobs, no mesmo dia, anunciava que o iTunes havia chegado a três bilhões de aplicativos vendidos. Na ocasião, Jobs afirmou não ver "nenhum sinal de competição em breve". Na semana passada, após o lançamento do iPad, a ausência de suporte ao Adobe Flash - que também não está presente no iPhone, três anos depois do lançamento - foi motivo de críticas diante da possibilidade de que os compradores do aparelho não possam rodar vídeos no YouTube, o site mais popular do gênero no mundo.
acordo com a revista Wired, Jobs aproveitou uma audiência de funcionários - a imprensa não acompanhou o evento - para comentar os dois temas.
Sobre o Google: "Nós não entramos no negócio de buscas, eles entraram no de telefones. Não há dúvida de que querem matar o iPhone. Não vamos deixar". E depois, interrompendo um funcionário que perguntava sobre outro assunto, voltou ao tema. "Esse mantra Don´t be evil (Não seja mau). É bobagem" (outra versão, segundo a Wired, é de que ele disse na verdade ser um "monte de m."). A audiência rugiu de satisfação.
E sobre a Adobe?
"Eles são preguiçosos", Jobs respondeu. "Eles têm todo esse potencial de fazer coisas interessantes, mas simplesmente se recusam. Eles não fazem nada com a abordagem que a Apple está fazendo. A Apple não usa Adobe porque é uma carroça. Quando o Mac trava frequentemente é por causa do Flash. Ninguém vai usar Flash. O mundo está se movendo para o HMTL5".
O mundo, é claro, inclui o Google, que anunciou estar testando o HMTL5 no YouTube, o que pode, no futuro, tornar inútil a polêmica sobre o Flaxh x Ipad.
Por: Terra
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