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Perda do Google seria um baque para o setor científico na China
Mais de três quartos dos cientistas na China usam o site de buscas Google como uma de suas principais ferramentas de pesquisa e disseram que seu trabalho seria muito prejudicado caso a perdessem, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira. O futuro do Google no país é incerto desde sua briga com Pequim, mas cientistas chineses entrevistados pela revista Nature sobre o quanto dependem do Google afirmaram que o serviço é vital para descobrir trabalhos acadêmicos, informações sobre descobertas e pesquisas, e literatura acadêmica.
LG e Nokia prometem realidade aumentada em celulares
A LG e a Nokia, grandes marcas do setor de celulares e dispositivos móveis, devem apresentar ainda neste ano dispositivos que façam uso de realidade aumentada.
Funções de realidade aumentada devem ser incluídas em smartphones da LG ainda neste bimestre, no modelo LU2300, que possui sistema operacional Android. SAs informações são do site Rethink wireless.
Em entrevista para o site The Inquirer, Jo Harlow, vice-presidente de smartphones da Nokia, ressaltou que existem possibilidade de melhorar a experiência com mapas com o uso de realidade aumentada, o que demonstra que a empresa tem interesse em implementar a tecnologia em seu serviço Ovi Maps.
Harlow também ressalta a vantagem de dispositivos móveis possuírem tecnologia 3D, de forma relativamente mais rápida que mídias tradicionais, como os televisores. "Eu acredito que possibilidade de dispositivos móveis possuírem a tecnologia 3D rapidamente é bastante interessante porque em termos de comunidade de desenvolvedores e jogos 3D podem fazer um bom uso dessa experiência diferenciada", ressalta.
Por: Terra
Funções de realidade aumentada devem ser incluídas em smartphones da LG ainda neste bimestre, no modelo LU2300, que possui sistema operacional Android. SAs informações são do site Rethink wireless.
Em entrevista para o site The Inquirer, Jo Harlow, vice-presidente de smartphones da Nokia, ressaltou que existem possibilidade de melhorar a experiência com mapas com o uso de realidade aumentada, o que demonstra que a empresa tem interesse em implementar a tecnologia em seu serviço Ovi Maps.
Harlow também ressalta a vantagem de dispositivos móveis possuírem tecnologia 3D, de forma relativamente mais rápida que mídias tradicionais, como os televisores. "Eu acredito que possibilidade de dispositivos móveis possuírem a tecnologia 3D rapidamente é bastante interessante porque em termos de comunidade de desenvolvedores e jogos 3D podem fazer um bom uso dessa experiência diferenciada", ressalta.
Por: Terra
Videogame portátil da Nintendo, DSi XL, será lançado nos EUA
A Nintendo deve lançar seu mais novo console portátil nos Estados Unidos no final de março, informou a fabricante de videogames japonesa nesta quarta-feira.
O Nintendo DSi XL chegará às prateleiras nos EUA em 28 de março, a US$ 189,99. O aparelho conta com duas telas, maiores que as dos modelos de DS atualmente no mercado. O DSi XL já está disponível no Japão.
A Nintendo, fabricante do popular console Wii, é a maior vendedora de consoles nos EUA. Segundo o centro de estudos do setor NPD, a Nintendo vendeu cerca de 420 mil unidades do DS em janeiro.
Já sua principal concorrente, Sony, vendeu cerca de 100 mil unidades de seu console portátil PSP no mês passado.
Por: Terra
O Nintendo DSi XL chegará às prateleiras nos EUA em 28 de março, a US$ 189,99. O aparelho conta com duas telas, maiores que as dos modelos de DS atualmente no mercado. O DSi XL já está disponível no Japão.
A Nintendo, fabricante do popular console Wii, é a maior vendedora de consoles nos EUA. Segundo o centro de estudos do setor NPD, a Nintendo vendeu cerca de 420 mil unidades do DS em janeiro.
Já sua principal concorrente, Sony, vendeu cerca de 100 mil unidades de seu console portátil PSP no mês passado.
Por: Terra
Jogador de videogame pagará US$ 1,3 milhão à Nintendo por download ilegal
Ele colocou 'New super Mario Bros.' na web seis dias antes do lançamento.
Título vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.

O gamer australiano James Burt, de 24 anos, terá pagar cerca de US$ 1,3 milhão à Nintendo por ter disponibilizado ilegalmente na internet um jogo seis dias antes do seu lançamento. A empresa afirmou nesta terça-feira (9) que venceu a ação contra o homem que pirateou “New super Mario Bros. Wii” no dia 6 de novembro passado.
De acordo com a Nintendo, o valor que será pago pelo jogador compensará as perdas que a empresa teve ao ver as vendas do game prejudicadas pela ação de pirataria. “Usamos uma tecnologia sofisticada que permitiu rastrearmos o homem, que colocou a primeira cópia de ‘New super Mario Bros. Wii’ na internet”.
Burt adquiriu uma cópia do jogo, um dos maiores sucessos de 2009 no console Wii, quando uma loja acidentalmente colocou o título em suas prateleiras antes do lançamento. O jovem, então, disponibilizou o game na internet e, rapidamente, milhares de pessoas fizeram o download ilegal. “Não foi um problema apenas na Austrália, foi um problema global”, disse Rose Lappin, diretora da Nintendo Australia. “Houve milhares e milhares de downloads ilegais e isso causou prejuízos à Nintendo e à indústria. Quando o game é colocado na internet, todo o mundo o tem”.
Lançado em novembro de 2009, “New super Mario Bros. Wii” vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.
Por: G1
Título vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.

O gamer australiano James Burt, de 24 anos, terá pagar cerca de US$ 1,3 milhão à Nintendo por ter disponibilizado ilegalmente na internet um jogo seis dias antes do seu lançamento. A empresa afirmou nesta terça-feira (9) que venceu a ação contra o homem que pirateou “New super Mario Bros. Wii” no dia 6 de novembro passado.
De acordo com a Nintendo, o valor que será pago pelo jogador compensará as perdas que a empresa teve ao ver as vendas do game prejudicadas pela ação de pirataria. “Usamos uma tecnologia sofisticada que permitiu rastrearmos o homem, que colocou a primeira cópia de ‘New super Mario Bros. Wii’ na internet”.
Burt adquiriu uma cópia do jogo, um dos maiores sucessos de 2009 no console Wii, quando uma loja acidentalmente colocou o título em suas prateleiras antes do lançamento. O jovem, então, disponibilizou o game na internet e, rapidamente, milhares de pessoas fizeram o download ilegal. “Não foi um problema apenas na Austrália, foi um problema global”, disse Rose Lappin, diretora da Nintendo Australia. “Houve milhares e milhares de downloads ilegais e isso causou prejuízos à Nintendo e à indústria. Quando o game é colocado na internet, todo o mundo o tem”.
Lançado em novembro de 2009, “New super Mario Bros. Wii” vendeu mais de 10 milhões de cópias mundialmente em três meses.
Por: G1
Para fabricantes, Android tem vantagens e desvantagens
A indústria de telefonia móvel surgiu das sombras da Apple e de seu popularíssimo iPhone este ano, mas a plataforma de software livre do Google que ajudou isso a acontecer apresenta vantagens e desvantagens.
Enquanto o Mobile World Congress girou em torno de imitações do iPhone nos últimos dois anos, este ano a novidade mais comentada do evento do setor móvel em Barcelona foi o Android.
O sistema operacional para celulares do Google já ajudou a recuperar as perspectivas da Motorola, que surpreendeu com um novo aparelho de sucesso, Droid, no trimestre passado. O Android também foi a plataforma escolhida por outra fabricante de celular em dificuldades, a Sony Ericsson.
Mas isso também baixou as barreiras para outros que quiserem entrar neste competitivo mercado, fortalecendo as ambições de fabricantes de PC, incluindo Hewlett-Packard e Acer, que ensaia sua entrada no setor móvel.
Mais de uma dúzia de aparelhos com o Android foram anunciados nesta semana por diversas fabricantes, incluindo dois modelos da taiwanesa HTC, que também é parceira da Microsoft --pouco mais de um ano após o lançamento do sistema operacional.
O Android está rapidamente ganhando espaço no mercado dominado pelo Sybian, da Nokia, e a versão móvel do Windows, da Microsfot, chegando aos 5 por cento de participação.
"Ele é ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça", disse o chefe do setor móvel da fabricante de chips Broadcom, Scott Bibaud, à Reuters.
Para ele, o Android ajudou a reduzir a fragmentação nos sistemas operacionais móveis --"acho que a palavra livre tem alguma coisa a ver com isso"-- mas também eliminou uma das principais formas de diferenciação entre as fabricantes de celular.
"Um telefone hoje está virando cada vez mais só um retângulo preto", disse.
O grupo de estudos do setor de tecnologia do Bank of America Merrill Lynch publicou um relatório recentemente em que diz: "O Android equiparou o mercado de smartphones ao de PCs. Ele transferiu o valor da produção de hardware para softwares e aplicativos".
Por: G1
Enquanto o Mobile World Congress girou em torno de imitações do iPhone nos últimos dois anos, este ano a novidade mais comentada do evento do setor móvel em Barcelona foi o Android.
O sistema operacional para celulares do Google já ajudou a recuperar as perspectivas da Motorola, que surpreendeu com um novo aparelho de sucesso, Droid, no trimestre passado. O Android também foi a plataforma escolhida por outra fabricante de celular em dificuldades, a Sony Ericsson.
Mas isso também baixou as barreiras para outros que quiserem entrar neste competitivo mercado, fortalecendo as ambições de fabricantes de PC, incluindo Hewlett-Packard e Acer, que ensaia sua entrada no setor móvel.
Mais de uma dúzia de aparelhos com o Android foram anunciados nesta semana por diversas fabricantes, incluindo dois modelos da taiwanesa HTC, que também é parceira da Microsoft --pouco mais de um ano após o lançamento do sistema operacional.
O Android está rapidamente ganhando espaço no mercado dominado pelo Sybian, da Nokia, e a versão móvel do Windows, da Microsfot, chegando aos 5 por cento de participação.
"Ele é ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça", disse o chefe do setor móvel da fabricante de chips Broadcom, Scott Bibaud, à Reuters.
Para ele, o Android ajudou a reduzir a fragmentação nos sistemas operacionais móveis --"acho que a palavra livre tem alguma coisa a ver com isso"-- mas também eliminou uma das principais formas de diferenciação entre as fabricantes de celular.
"Um telefone hoje está virando cada vez mais só um retângulo preto", disse.
O grupo de estudos do setor de tecnologia do Bank of America Merrill Lynch publicou um relatório recentemente em que diz: "O Android equiparou o mercado de smartphones ao de PCs. Ele transferiu o valor da produção de hardware para softwares e aplicativos".
Por: G1
BBC transmitirá jogos da Copa de 2010 pelo iPhone

A rede BBC lançará um aplicativo para iPhone que terá notícias e partidas ao vivo da Copa que acontecerá neste ano na África do Sul. Este foi mais um dos anúnciosa feitos durante o Mobile Word Congress que acabou teve seu encerramento ontem.
Quem tiver um iPhone, e não tiver oportunidade de assistir ao jogos de um televisor poderá acompanhar todos os jogos ao vivo pelo aparelho.
Segundo o anúncio da BBC, o aplicativo gratuito estrá disponível na App Store em maio e irá oferecer aos usuários: notícias sobre o evento, a transmissão vivo de jogos ou acompanhar os gols de sua seleção preferida.
Além disso, a empresa anúnciou que para 2010 também pretende oferecer conteúdos sobre o campeonato da Fórmula 1 e sobre a temporada 2010/2011 do campeonato inglês de futebol.
Por: Mobilepedia
Google e Apple exercem pressão sobre o mundo da telefonia móvel
Na feira de telefonia móvel que acontece em Barcelona na próxima semana será possível encontrar um programa de software que mede a que altura se pode jogar um smartphone Nokia, o que é uma boa metáfora sobre o esforço da empresa de elevar seu jogo.
Mas a gravidade talvez não favoreça a maior fabricante mundial de celulares, à medida que o foco do setor, que movimenta 169 bilhões de dólares anuais, é transferida ao software e serviços, tendência que beneficia concorrentes ágeis como Apple, fabricante do iPhone, e Google.
Pela primeira vez, a Nokia optou por não participar do Mobile World Congress, este ano, assim como a Apple, que rejeita as convenções setoriais em troca de eventos próprios, cuidadosamente coreografados.
A Nokia será a anfitriã de algumas reuniões em local próximo ao evento, mas ao que se sabe não tem qualquer lançamento novo planejado.
Ao mesmo tempo, a feira está repleta de novos celulares equipados com a plataforma Android, do Google.
Os outros grandes nomes do setor, Microsoft, Samsung e Sony Ericsson, também vêm enfrentando dificuldade diante do ritmo imposto por Apple e Google, desde que o iPhone conquistou o mundo, em 2007.
A Nokia parece ser uma das empresas mais bem posicionadas para enfrentar a situação, graças ao seu sistema operacional próprio, ao investimento em serviços e aos grandes benefícios que a escala de sua produção oferece, mas a Apple já lucra mais que a Nokia com seus celulares.
Tentando reproduzir o sucesso da Apple na venda de softwares para celulares em sua App Store, Nokia, Microsoft e outros abriram lojas online, mas sem encontrar muito sucesso.
"Todo mundo está enfrentando problemas. Existe muito exagero na divulgação mas não muito dinheiro," disse Dana Porter, vice-presidente de estratégia na Amdocs, uma produtora de software para cobrança de contas telefônicas e gestão de clientes.
Por:G1
Mas a gravidade talvez não favoreça a maior fabricante mundial de celulares, à medida que o foco do setor, que movimenta 169 bilhões de dólares anuais, é transferida ao software e serviços, tendência que beneficia concorrentes ágeis como Apple, fabricante do iPhone, e Google.
Pela primeira vez, a Nokia optou por não participar do Mobile World Congress, este ano, assim como a Apple, que rejeita as convenções setoriais em troca de eventos próprios, cuidadosamente coreografados.
A Nokia será a anfitriã de algumas reuniões em local próximo ao evento, mas ao que se sabe não tem qualquer lançamento novo planejado.
Ao mesmo tempo, a feira está repleta de novos celulares equipados com a plataforma Android, do Google.
Os outros grandes nomes do setor, Microsoft, Samsung e Sony Ericsson, também vêm enfrentando dificuldade diante do ritmo imposto por Apple e Google, desde que o iPhone conquistou o mundo, em 2007.
A Nokia parece ser uma das empresas mais bem posicionadas para enfrentar a situação, graças ao seu sistema operacional próprio, ao investimento em serviços e aos grandes benefícios que a escala de sua produção oferece, mas a Apple já lucra mais que a Nokia com seus celulares.
Tentando reproduzir o sucesso da Apple na venda de softwares para celulares em sua App Store, Nokia, Microsoft e outros abriram lojas online, mas sem encontrar muito sucesso.
"Todo mundo está enfrentando problemas. Existe muito exagero na divulgação mas não muito dinheiro," disse Dana Porter, vice-presidente de estratégia na Amdocs, uma produtora de software para cobrança de contas telefônicas e gestão de clientes.
Por:G1
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